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Tirar a Soli3 do papel está demorando mais do que o previsto. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, reclamou da dificuldade na obtenção das licenças prévias necessárias para a construção do futuro complexo industrial em Cruz Alta (RS). O projeto – joint venture que envolve também Cotripal e Cotrisal – deve receber investimentos da ordem de R$ 1,25 bilhão.

Segundo Manica, o documento era esperado para antes do final do ano passado, mas está atrasado por “questões técnicas”. Sem a licença, não é possível dar início às obras.

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) – órgão ambiental do governo gaúcho – nega que haja entraves e acrescentou que o empreendimento tem prioridade na análise, mas ressaltou que a documentação apresentada tem inconsistências e não atende às exigências para unidades que produzem biocombustíveis.

Anunciado em meados do ano passado, o complexo da Soli3 em Cruz Alta vai contar com uma unidade de esmagamento com capacidade para processar perto de 1 milhão de toneladas de soja por ano, armazéns, terminal ferroviário e uma usina de biodiesel capaz de fabricar até 220 mil m³.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da Rádio Gaúcha

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